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sábado, 20 de novembro de 2010

Solenidade de Cristo Rei e Senhor do Universo


Solenidade de Cristo Rei e Senhor do Universo

A Festa de Cristo Rei é uma das festas mais importantes no calendário litúrgico, nela celebramos Cristo como Rei do universo. O seu Reino é o Reino da verdade e da vida, da santidade e da graça, da justiça, do amor e da paz.


Essa solenidade é a coroação de todo o ciclo da liturgia eclesiástica, porque na figura de Cristo Rei, se resume toda a obra salvadora do Messias.


Ele é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, da História.

Nesse dia encerramos o ano litúrgico e começamos o tempo advento.


A Igreja convida-nos a concentrar nossa mente e coração nesse fundamento de nossa fé; Jesus Cristo, Rei e Senhor de nossas vidas.


“Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus”, foi a inscrição que Pilatos mandou pôr sobre sua cabeça quando foi sentenciado à morte. Desde esse dia milhares de pessoas no mundo olham a cruz com devoção e fé.


O Reino de Jesus Cristo é de misericórdia, de bondade, de amor. Ele é um Rei cheio de mansidão, pacífico, que derrama sua influência benéfica sobre as pessoas, pela fé. O prefácio da missa de Cristo Rei faz um belo resumo com estas frases: “Um reino universal e eterno. Um reino de verdade e de vida. Um reino de santidade e de graça. Um reino de justiça, amor e paz”.


Ele deve começar a reinar em nossos corações no momento em que nós permitimos isto a Ele, e o Reino de Deus pode deste modo fazer-se presente em nossas casas, famílias, comunidade e, principalmente, na nossa vida.


Nós cristãos, com nosso testemunho, temos que trabalhar para que em nossa sociedade o reino de Jesus seja a história da verdade sobre o erro, da pureza sobre a corrupção, da vida sobre a morte.


Ser mais cristão seria um ideal a ser conquistado e vivido!


Católico de fachada esta cheio!


A coragem de amar além das fraquezas, das misérias e dos pecados são de poucos .


Ele Rei e Senhor amou assim...Queremos as vezes ser muito mais perfeitos, não nos misturamos com os pecadores e nem cumprimentamos, pois nos achamos que teremos um lugar no céu reservado a parte.


A única certeza é que quando morrermos todos seremos pó ao pó cinza a cinzas ...o que sobrar será só a verdade de nossas boas obras de misericórdia.


Dedicar a nossa vida a expandir o Reino de Cristo na terra é o melhor que podemos fazer, pois Cristo nos recompensará com alegria e uma paz profunda em todas as circunstancias da vida no céu costumo sempre dizer : Nesta vida tudo tem peso de Eternidade.


O reinado de Jesus não é uma proclamação fugaz e oportunista, não é um discurso fácil e barato.


É, nem mais nem menos, um devolver à humanidade a possibilidade de voltar a ser humana segundo o plano de Deus: a possibilidade de re-apreender aquele caminho perdido que Deus oferecera outrora, e que uma liberdade não vivida na luz, na verdade e no amor, mandou para o espaço.


O reinado de Jesus é esse espaço de nova história na qual é possível viver como filhos de Deus, como irmãos diante dos homens e diante de toda a criação.


Só existe um trono e este pertence a Deus: e nesse trono se oferece liberdade. Toda suplantação desse Rei suporá um caminho de escravidão, de inumanidade, de corrupção, como demonstra a história de sempre e a mais recente.


O seu trono é a cruz, expressão máxima de uma vida feita de amor e entrega.


È uma realeza que se exerce no amor, no serviço, no perdão, no dom da vida.


O “Reino” que Jesus propôs não é um Reino construído sobre a força, a violência, a imposição, mas sobre o amor, o perdão, o dom da vida.


O seu Reino é o Reino da verdade e da vida, da santidade e da graça, da justiça, do amor e da paz.


É necessário que Cristo reine na mente dos homens, é necessário que Cristo reine na vontade dos homens, é necessário que reine nos corações dos homens, por um ardente amor a Ele; e é necessário que Cristo reine em nossos corpos e em nossos membros para que sirvam à paz externa da sociedade e à paz interna de nossas almas.


Paulo afirma a absoluta suficiência de Cristo: a adesão a Cristo é o fundamental para quem quer ter acesso à proposta de salvação que Deus faz aos homens; tudo o resto é dispensável e não deve ser imposto aos cristãos.


O texto que nos é proposto começa com um convite à ação de graças, porque Deus livrou os colossenses “do poder das trevas” e transferiu-os “para o Reino do seu filho muito amado” (vers. 12-14); em seguida, Paulo apresenta um hino no qual celebra a supremacia absoluta de Cristo na criação e na redenção (vers. 15-20): trata-se de um hino que Paulo, provavelmente, tomou da liturgia cristã, mas que aparece perfeitamente integrado no discurso e na mensagem desta carta.


É nas duas estrofes deste hino que está a mensagem fundamental que nos interessa refletir.


A primeira estrofe do hino (vers. 15-17) afirma e celebra a soberania de Cristo sobre toda a criação; e fá-lo, recorrendo a três afirmações importantes.


A primeira diz que Cristo é a “imagem de Deus invisível”. Dizer que é “imagem” significa dizer que Ele é, em tudo, igual ao Pai, no ser e no agir, e que n’Ele reside a plenitude da divindade. Significa que Deus, espiritual e transcendente, revela-Se aos homens e faz-Se visível através da humanidade de Cristo.


A segunda afirma que Ele é “o primogênito de toda a criatura”. No contexto familiar judaico, o “primogênito” era o herdeiro principal, que tinha a primazia em dignidade e em autoridade sobre os seus irmãos. Aplicado a Cristo, significa que Ele tem a supremacia e a autoridade sobre toda a criação.


A terceira assegura que “n’Ele, por Ele e para Ele foram criadas todas as coisas”. Tal significa que todas as coisas têm n’Ele o seu centro supremo de unidade, de coesão, de harmonia (“n’Ele”); que é Ele que comunica a vida do Pai (“por Ele”); e que Cristo é o termo e a finalidade de toda a criação (“para Ele”).


Ao mencionar expressamente que os “tronos, dominações, principados e potestades” estão incluídos na soberania de Cristo, Paulo desmonta as especulações dos “doutores” de Colossos acerca dos poderes angélicos, considerados em paralelo com o poder de Cristo.


A segunda estrofe (vers. 18-20) afirma e celebra a soberania e o poder de Cristo na redenção.

Também aqui temos três afirmações fundamentais…


A primeira diz que Cristo é a “cabeça da Igreja, que é o seu corpo”.


A expressão significa, em primeiro lugar, que Cristo tem a primazia e a soberania sobre a comunidade cristã; mas significa, também, que é Ele quem comunica a vida aos membros do corpo e que os une num conjunto vital e harmônico.


A segunda afirma que Cristo é o “princípio, o primogênito de entre os mortos”.


Significa, não só que Ele foi o primeiro a ressuscitar, mas também que Ele é a fonte de vida que vai provocar a nossa própria ressurreição.


A terceira assegura que em Cristo reside “toda a plenitude”.


Significa que n’Ele e só n’Ele habita, efetiva e essencialmente, a divindade: tudo o que Deus nos quer comunicar, a fim de nos inserir na sua família, está em Cristo.


Por isso, o autor do hino pode concluir que, por Cristo, foram reconciliadas com Deus todas as criaturas na terra e nos céus: por Cristo, a criação inteira, marcada pelo pecado, recebeu a oferta da salvação e pôde voltar a inserir-se na família de Deus.



Pe.Emílio Carlos Mancini+
J
A

M
Tibi Semper Congitavi
EU SEMPRE PENSEI EM TI!
Deo, Soli Deo, in omnia et semper!
"Deus, somente Deus, em tudo e sempre!"

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